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Segunda-feira, 27 de Setembro de 2010

Olá. Peço desculpas pela minha (nova) ausência. Eu sei que tinha dito que tinha mais dois novos capítulos, mas, como não gostava deles, apaguei-os. Prefiro escrever no momento, sabe bem melhor. Vou dedicar este capítulo à bloguista , mais uma das minhas leitoras preferidas, desde o ínicio. Obrigada querida :)

Um beijinho, ~ c.cullen.

 

Nahuel:

 

Renesmee. Os seus olhos cor-de-chocolate fascinavam-me. Eram tão belos. Os seus longos cabelos, aos caracóis, emolduravam-lhe perfeitamente o seu rosto de anjo. Ela era idêntica a mim. Quente como eu. Tinha um sorriso encantador. Ela estava sentada ao meu lado, a observar com deleite o oceano, as ondas a embater na areia molhada. Sentiu que eu a estava a observar e, de imediato, as suas bochechas foram pintadas a vermelho.

 

-"Podes fazer-me o favor de parar de olhar para mim como se eu fosse um troféu?" - proferiu ela, ligeiramente envergonhada.

 

-"Desculpa, não consegui evitar Renesmee. Sabes que eu acho que tu és perfeita?"

 

-"Não Nahuel. Eu não sou telepata, como o meu estimado pai. Não leio pensamentos, eu transmito-os com o toque." - ela estendeu a mão em direcção ao meu braço e eu vi uma réplica do oceano que nos rodeava na minha mente.

 

Eu ri-me. Era tão fácil estar ali com ela, falar com ela, rir-me com ela.

 

-"Nessie? Podes-me falar sobre a tua família? Gostava de saber mais coisas sobre ti."

 

-"O que queres saber Nahuel? Eu tenho uma família muito especial..." - ela riu-se com as suas próprias palavras.

 

-"A tua mãe. Eu nunca conheci a minha, porque tive o desagradável prazer de a matar ao nascer. Como é que a tua mãe conseguiu sobreviver?"

 

-"A minha mãe sempre foi uma humana muito especial. Conheçeu o meu pai com 17 anos, na escola que ambos frequentavam. O meu pai fascinou-se por ela, porque, como eu já disse, ela é muito especial. É a única que consegue esconder os pensamentos do meu pai, pois ela é possuídora de um escudo que lhe protegue a mente. Eles sempre se amaram, e amam-se, muito. Ela queria ser transformada, para viver para sempre ao lado do meu pai. Ele impôs-lhe o casamento como condição para que ele mesmo o fizesse. Quando se casaram, a minha mãe quis viver a última experiência como humana, antes de se tornar vampira. E dessa experiência fui concebida. Quando eu nasci, parti a coluna à minha mãe. O meu pai não teve alternativa. Teve de a transformar, fazer uma vampirização de emergência. Graças a deus, tudo correu bem. E agora somos todos uma grande e feliz família, com a imortalidade no horizonte." - notava-se na sua voz um certo tom de nostalgia e de carinho.

 

-"Tens tanta, mas tanta sorte. A minha mãe deixou-se seduzir por um velho vampiro, o meu pai, de nome Joham. Quando ela entrou em trabalho de parto, eu rasguei-a com os meus próprios dentes e deixei-a a morrer, ali, no meu do pântano. Sobrevivi graças à sua irmã, à minha tia, que me criou e que me ama, assim como eu a amo a ela. Desprezo totalmente o trabalho do meu pai, que pensa que está a criar uma super-raça ou algo do gênero. Enfim." - naquele momento, senti uma pontada de vergonha por estar a contar daquela maneira o meu passado. Mas ela foi extremamente compreensiva, passando-me a mão pelos ombros e abraçando-me. Fiquei a fitá-la intensamente, como se tivesse a ler a sua alma, que, de certeza, seria a coisa mais bela do mundo.

 

Notei que ela, subitamente, ficou tensa e afastou-se de mim. Corou, fortemente e proferiu, bastante lentamente:

 

-"Nahuel, considero-te um bom amigo, e tenho um enorme prazer por te ter conhecido melhor hoje. Mas não quero que cries falsas expectativas sobre mim, porque eu de ti só quero amizade. Eu tenho um namorado, e eu amo-o, mesmo muito."

 

-"Como é possível andares com um cão?" - perguntei-lhe, com repulsa. Subitamente e impulsivamente, agarrei-a com força pelos ombros e encostei-a a mim -"Nós somos compatíveis. Fomos feitos um para o outro."

 

-"Larga-me Nahuel, LARGA-ME!" - ela ficou bastante irritada e assustada, mas continuou a gritar -"Eu amo o Jake! Nunca te vou amar, nunca vou querer ter alguma coisa contigo. E, agora, se me dás licença, vou ter com ele. Vir ter contigo foi um erro." - ela levantou-se e pegou na mala -"Adeus, Nahuel!" - disse-me ela, secamente.

 

Agarrei-a, novamente, mas desta vez com mais força e impeli os meus lábios contra os dela. De repente, ela morde-me furiosamente, pondo o meu lábio inferior a sangrar e desatando a correr pela praia fora, pela floresta densa. Olho para uma das minhas mãos morenas e vejo um pedaço de tecido branco na minha mão, da sua camisa. Sorri maliciosamente, porque eu quero-a para mim. Ela vai ser minha, custe o que custar.

 

Jacob Black:

 

Escavo furiosamente com os pés a areia branca da praia. Espero ansiosamente pelo meu centro do Universo. Espero fervorosamente que ela esteja bem. Se aquele meia-raça tocar com um dedo que seja na minha Nessie, eu desfaço-o. De repente, oiço uma forte passada no interior da floresta e sinto uns braços a rodear-me fortemente, forçando a deitar sobre a areia quente. Cheiro o seu cabelo e, ao olhar para a sua cara, vejo uns olhos vermelhos e inchados a fitarem-me. Aquele mestiço assinou a sua sentença de morte. Começo a tremer, ameaçando perder o controlo.

Minha Nessie.



publicado por Isabela às 15:23 | link do post | comentar | ver comentários (23) | favorito

Terça-feira, 21 de Setembro de 2010

Olá caros e estimados leitores. Peço desculpa pela ausência, mas tenho andado sem inspiração. Contudo, ela voltou (graças a deus) e já escrevi três capítulos novos. Hoje vou postar um e em breve posto os outros. Vou dedicar este capítulo à InspiraçãodoLuar, ela é uma auntêntica leitora desde o princípio e também escreve uma Fic. Um beijinho, ~ c.cullen.

p.s: tem um link no post, na narração da Bella. Cliquem lá, quando estiverem a ler essa parte. Obrigada :)

 

 

Renesmee Cullen:

 

Dei uma ultima e rápida olhadela à casa branca antes de começar a acelerar o passo, ao encontro de Nahuel. Estava incrivelmente ansiosa para ficar a conhecê-lo. Ele é o único ser que eu conheço idêntico a mim. Semi-vampiro, semi-humano. Chego, pontualmente, à pequena praia do lado oposto da ilha da minha dócil e ternurenta avó. Não senti a sua presença, o seu cheiro forte e único, naquele local. Por isso, resolvi descalçar-me e molhar os meus pés na àgua gelada do oceano. Subitamente, noto que estou acompanhada.

 

-"Fico feliz por teres aparecido. Pensei que fosse levar uma tampa, por causa do teu carismático e supreendente...ah...animal de estimação." - disse-me Nahuel, num tom cordial.

 

-"Antes de tudo, penso que devias de começar por saudares a tua convidada." - fiquei ligeiramente irritada pelo comentário sobre Jacob.

 

-"Olá Renesmee Carlie Cullen."

 

-"Boa tarde Nahuel."

 

Ele indicou-me que nos sentássemos na extensa toalha colorida colocada sobre os grãos de areia humedecidos pela àgua cristalina. Ao repousar, oiço um forte uivo vindo do outro lado da ilha, que me trepassou o coração como uma melodia duramente triste.

 

Isabella Cullen:

 

A minha, a nossa casa de campo era como um pedaçinho do paraíso para mim. Parte desse paraíso era puder observar, lentamente, todos os contornos do anjo que se encontrava deitado, ao meu lado, a exibir a minha luz pessoal: aquele sorriso torto que eu tanto venero, desde os meus tempos de humana. Sentir a sua mão, de seda, a deslizar na minha coluna, provocando-me incríveis espasmos. Os seus lábios a lutarem furiosamente contra os meus. A minha perna a ser puxada para cima do seu corpo, as suas mãos ocupadas com os meus seios. Uma leve risada, no meio de mais um longo beijo. O meu Edward.

 

-"Bella, Bella..." - disse ele, docemente -"Lembraste que eu ontem à noite disse-te que hoje queria ir caçar, certo amor?"

 

-"Não exactamente, confesso. Penso que estavamos demasiado ocupados noutros assuntos..."- disse eu, ligeiramente sedutora.

 

-"Isabella, estes assuntos já tem a notável duracção de três dias." - ele riu-se descaradamente, puxando o lençol para cima da minha nudez brilhante -"Não me estou a queixar de algo maravilhoso, mas esposa até..." - voltou-se a rir -"Sinto falta de te ver coberta com roupa."

 

-"Muito engraçadinho Edward Cullen." - girei na cama, ficando de costas para ele -"Vai lá caçar. Eu fico por aqui, não me apetece ir."

 

-"Amo-te Bellinha." - dizia, enquanto se disparava para o gigantesco roupeiro e saiu de lá com uns belos calções castanhos e uma camisa às riscas -"Prometo que não demoro meu amor."

 

-"Amo-te." - atirei-lhe um beijo de despedida e enterrei a minha cabeça na almofada de penas.

 

Nunca sei o que fazer quando Edward me deixa sozinha. Suspiro. Ao inalar o ar que me rodeia, sinto o cheiro de seda misturado com fragância vampiresca. A prenda de Rosalie e Emmett. Disparo-me até à cozinha e abro a caixa. Renda vermelha escalarte, um total escândalo. Com um enorme laço preto na parte de trás das cuecas. Grandes e perversos cunhados que eu arranjei. No fundo da caixa, vinha um CD. Coloco-o na aparelhagem e, distante, pressiono o botão do comando da mesma; com a lingerie francesa vestida, deixo a música preencher o ar e abro todas as janelas do nosso quarto. Queria contornar a solidão, e fluí com o som da música energética.

Admito que, apesar de nunca ter tido jeito para dançar, até estava a conseguir exprimir sensualidade. Aproximei-me da janela e começei a abanar ligeiramente as ancas, enquanto puxava os cortinados de seda para mais perto de mim. Os meus pés descalços deslizavam pelo soalho. Rodopiava, enquanto passava as minhas mãos pela minha barriga lisa. Desliguei-me do mundo. Parecia que aquela musica e o ambiente que me rodeava me levavam para um ritmo electrizante, um mundo paralelo. Não notei que estava a ser observada. Mas estava. Com deleite e satisfação. Sinto umas mãos perfeitamente talhadas para o meu corpo a puxarem-me para si. Não trocamos sequer um sorriso. Roçamos os nossos lábios. Senti o corpo dele duro e quente contra o meu. Juntos, deitados no chão claro. coreografámos uma nova dança que nos levou às nuvens, à Lua, ao Sol, aos nossos corações imóveis.

 



publicado por Isabela às 17:17 | link do post | comentar | ver comentários (18) | favorito

Terça-feira, 14 de Setembro de 2010

Boa tarde. Obrigada, pela milésima vez, por todos os comentários. Eu sei que mudei de visual à pouco tempo, mas sinceramente, não gostava muito dele e resolvi mudar outra vez. Gosto bastante deste visual, o que vocês acham? Espero ler as vossas opiniões. Quero dedicar este capítulo à M Moon, porque acho-a uma total querida, com bons comentários e com uma fic fantástica. Um enorme beijinho, desfrutem.

 

Renesmee Cullen:

 

Não acredito, não acredito, não acredito. Enquanto visto o resto da minha roupa, e Jacob faz o mesmo ao meu lado, vejo Nahuel, a caminhar tranquilamente em direcção a nós, com um leve sorriso na cara. Nisto, inspiro o ar e, aí, lembro-me que ele é como eu: essência de vampiro misturada com a humana. Arrepio-me, ao vê-lo. O cheiro dele era compatível com o meu e eu gostava imenso de o sentir. Mas Jacob, talvez com cíumes, não sei, envolve a minha cintura com os seus braços fortes, beijando-me o ombro e falando, entredentes:

 

-"Nunca ouviste dizer que é falta de educação observar a vida alheia?"

 

-"Peço desculpa." - falou Nahuel, numa voz perfeitamente pausada -"Foi sem intenção caro lobo. Queria só ver a jovem semi-vampira que, pelo que observo, nos dias de hoje já é uma belissíma mulher. Quando te conheci, eras apenas uma pequena bebé."

 

-"Sim, Nahuel, falaste bem, era. Agradeço-te que na altura tenhas salvo, a mim e à minha família, da morte quase certa."

 

-"De nada cara imortal. Devo dizer que a mistura entre a mortalidade e a imortalidade fica-te bastante bem."

 

-"Pois, tu isso já pudeste observar, Nahuel." - disse Jacob, obviamente enciumado, ao dar ênfase ao nome da nossa visita.

 

-"Ele já pediu desculpa Jake..." - apertei-lhe a mão com força -"Com certeza que ele não fez de propósito, pois não Nahuel?"

 

-"Sim, claro que não o fiz..."

 

-"Claro, e eu vou mesmo acreditar na tua palavra..." - mais ironia por parte do meu namorado super protector e ciumento.

 

-"Bem, eu estou a ver que interrompi mesmo um momento importante, por isso, vou-me embora. Mas gostava de te ver novamente Renesmee, amanhã posso passar por aqui, para conversarmos um bocadinho?" - ele pareceu-me simpático, ao convidar-me.

 

-"Sim, claro Nahuel, tenho todo o gosto. Combinámos para as 16 horas? Eu durmo imenso e preciso de descansar."

 

-"Sim, eu compreendo que precisas de descansar." - Jacob rugiu com a indirecta de Nahuel -"Eu vou-me retirar. Até amanhã querida Renesmee Cullen. Boa noite."

 

Dito isto, ele disparou-se em direcção à densa floresta. Quando o deixei de ouvir, girei nos braços de Jacob e dei-lhe um murro no ombro, mas, como sempre, foi a minha mão que ficou ligeiramente dorida. Mas ele percebeu a intenção, porque corou violentamente e baixou o olhar para os meus pés.

 

-"Não gostei da tua cena de cíumes Jacob."

 

-"Desculpa Nessie, mas não consegui controlar-me, desculpa."

 

-"Do quê que tens medo? Porque sentiste que devias ter cíumes do Nahuel? Ele é apenas um velho amigo de família, nada mais."

 

-"Mas vocês são da mesma espécie e eu tenho medo que tu aches que tu e ele são mais compatíveis. Eu não te quero perder, eu amo-te."

 

-"E eu a ti. Tu sabes disso, e esta noite foi mais uma das provas disso. Eu não sei viver sem ti, meu tontinho super ciumento."

 

-"Vocês são demasiado idênticos."

 

-"Não. Somos apenas da mesma espécie. Idênticos meu amor, somos nós. E sabes porquê? Porque nos amámos, mutuamente e isso nunca vai mudar, pelo menos da minha parte."

 

-"Nunca te quero perder. Perder-te, para mim, significa que eu já não tenho lugar no Universo, porque tu és o meu Universo."

 

Dito isto, beijamo-nos com alegria e fervor. Jacob encaminhou-me para a rede e deitou-me em cima dele. Adormeci, de imediato, mas não sem antes, pronunciar o perfeito «amo-te».

Acordei, por volta do meio-dia. Jacob dormia que nem uma pedra, parecia um bebé, com os lábios perfeitamente alinhados no rosto. Levantei-me, sem o acordar, e dirigi-me ao guarda-roupa, de onde tirei uma camisa branca, uns calções de ganga rompidos e umas sandálias vermelhas. Peguei na minha mala de palha e coloquei lá dentro o meu biquini vermelho, com bolinhas brancas e uma toalha de praia. Quando estou pronta, pego numa folha de papel e escrevo nela:

 

«Jake, meu Jake, meu lobo. Não te preocupes comigo, eu estou bem. Fui ter com o Nahuel, quero saber mais coisas sobre o modo de viver dele e, quem sabe, torná-lo meu amigo. Não precisas de me procurar. Se precisares de alguma coisa, tenho comigo o meu telemóvel. Um enorme beijo da tua namorada imortal, Nessie. Eu amo-te imenso, nunca duvides disso.»

 

Deixo o bilhete junto ao almoço que lhe preparei e disparo-me para a floresta, seguindo o cheiro de Nahuel.

 

 



publicado por Isabela às 17:12 | link do post | comentar | ver comentários (18) | favorito

Catheline, fanfiction.
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Uma Fic, entre tantas outras; uma história de amor, acção, amizade e ódio; Uma fã de saga Twilight a escrever a sua continuação de Breaking Down. Espero que gostem, sejam bem-vindos, Catheline.
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