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Domingo, 20 de Fevereiro de 2011

Olá meus queridos :)

Agradeço os comentários. E peço desculpas pelo atraso do novo capítulo, mas ontem estava sem Internet, devido às más condições atmosféricas.

Sem mais demoras, boa leitura...

Catheline.

 

 

 

Alec Volturi:

 

Detesto lugares húmidos, com cheiros relacionados com podridão e mofo. Sítios com condições climatéricas completamente frias e escuras. Apesar de ser um vampiro, detesto chuva, odeio-a mesmo. Mas, como é claro, e pela minha querida falecida irmã encontro-me na cidade pestilenta de Forks, à procura de vestígios da família de vampiros mais traidora da sua própria espécie, da História Vampírica. Aliam-se com um bando de lobos malcheirosos, matam outros da sua própria raça, enfim. Eu só quero ter a minha retaliação. E tenho motivos fortes para tal.

Enquanto vagueio pela cidade, vejo pouquíssima gente, para ser sincero. Algumas mulheres e jovens ficam a olhar para mim, para a minha beleza imortal, mas faço de conta que não noto e sigo viagem. Decido entrar numa pequena loja de vestuário, para comprar algo mais moderno e decente.

 

-“Deseja algum tamanho rapaz?” – perguntou-me a irritante jovem funcionária da loja, que teimava em mastigar uma pastilha elástica rosa.

 

-“Trate-me por senhor, não lhe dei confiança para tal.” – Respondi-lhe seco, e continuei a escolher umas calças, esperando que, com esta resposta, ela mostre mais respeito. Delicioso engano.

 

-“Rapazito, vais demorar muito a escolher? Aviso-te que dentro de cinco minutos vou fechar a loja, tenho o meu namorado à espera e não me quero atrasar.”

 

Aquilo foi a gota de água; nos tempos que correm, o meu temperamento não anda assim lá muito fiável. Salto o balcão e agarro-a pelo pescoço, murmurando:

 

-“Menina, esteja bem calada, porque senão posso perder a paciência de vez. E sou bem mais velho do que tu, por isso, pouco barulho.”

 

Petrifiquei a pobre empregada, aquela irritadiça mulher. Continuei a escolher, e optei por trajar umas calças de ganga escuras, umas all-stars pretas, uma camisa aos quadrados pretos e brancos e uma camisola com o logótipo da banda The Doors por baixo. Paguei e sai rapidamente daquela loja sufocante, antes que cometesse alguma loucura. Continuei a minha pequena exploração pela cidade, seguindo os rastos mais fortes para mim, ou seja, vestígios dos Cullen ou dos lobos. Primeiro, fui parar a uma linda clareira, cheia de flores azuis, onde era notável o forte cheiro ao casal mais recente dos Cullen; depois senti o cheiro humano da Isabella na casa do pai, que se encontrava deserta; estranhei não me cruzar com nenhum deles, e ao ver uma escola ao de longe, decido aproximar-me e fui ouvindo conversas, acabando por ouvir algo de interessante vindo de duas rapariguinhas magrinhas e com óculos de aumento:

 

-“Milay, tenho tantas saudades da família Cullen…eles eram absolutamente lindos.”

 

-“Mariah, descansa. Eles voltam para a cidade, não te esqueças que a Nessie tem aulas aqui.”

 

Hum, pelos vistos os fantásticos seres ainda não estavam de volta, interessante. Mas já tenho um pequeno passatempo para os próximos tempos: vou cair nas boas graças deles. E, para o conseguir, numa primeira fase, vou-me matricular na escola secundária de Forks, e vou-me tornar num bom amigo para a Renesmee. Numa segunda fase, vou-me tornar vegetariano, pelos menos na frente deles. E, assim, vou começar a lançar as minhas granadas. Quero separá-los, partir o elo que os une com mentiras, intrigas e veneno, e torná-los vulneráveis para a minha caça final.



publicado por Isabela às 01:44 | link do post | comentar | ver comentários (17) | favorito

Sexta-feira, 11 de Fevereiro de 2011

Olá meus queridos leitores :)

Desde já, e já se começa a tomar uma repetição, mas BOA, quero agradecer todos os comentários. Muitos já devem de ter lido o título deste post e devem de estar espantados. Mas eu passo a explicar: vou escrever uma cena para maiores de 18 anos hoje. Ou seja, estou já a avisar que as coisas por aqui vão aquecer ahah.

Sem mais demoras e boa leitura,

Catheline.

 

Isabella Cullen:

 

-“Eu sei meu amor, eu tomo.”

 

Mais nenhuma palavra foi dita, pronunciada, balbuciada entre nós. Não era necessário. Os nossos olhos, da mesma tonalidade, exprimiam na perfeição todos os sentimentos que nos envolviam numa bolha, bolha essa que jamais quebrará. Nunca. Desde o abençoado dia em que coloquei os pés na chuvosa cidade de Forks, fui abençoada por este ser fantástico que quis dar a imortalidade a uma pessoa simples e pouco brilhante como eu. Nem todo o sofrimento que ele me fez passar anulou o desejo, o amor, a dedicação que sinto por ele.

 

-“Sabes uma coisa Edward?”

 

-“Hum, diz Bella…”

 

-“Eu amo-te, muito.”

 

-“Mas isso já sabia amor, eu também te amo, incondicionalmente.”

 

Ditas estas singelas palavras, ele inclinou-se sobre mim, vagarosamente, e começou a beijar-me, com um sorriso malicioso no rosto. Nunca pensei que ele fosse possuidor de uma mente tão perversa. Mas, bem, desde as nossas actividades na ilha Esme, ele tornou-se insaciável, assim como eu. E eu não podia acreditar que era para sempre, como qualquer mulher ou homem normal desejariam. Fazer amor, eternamente. Senti a sua língua a chocar com os meus dentes duros e afiados, e logo lhe dei a permissão para ele invadir a minha boca, podendo assim provar o seu sabor maravilhoso, divino, viciante, excitante.

 

Perco totalmente o controlo sobre o meu corpo e as minhas acções, entregando completamente o meu bem-estar e segurança aquele ser divino que agora me distribuía beijos tórridos e molhados pelo meu pescoço.

Aperto furiosamente o seu cabelo e acabo por gemer, baixinho, no seu ouvido. Ele partilha um ligeiro rosnar comigo, demasiado sensual. Ele procurava ajustar melhor o seu corpo no meu, para meu bel-prazer. De repente, ele ri-se fortemente e, tirando as minhas mãos do seu cabelo, murmura-me ao ouvido:

 

-“Isabella, não sei se podemos fazer isto aqui amor. Somos demasiado selvagens. Acabaríamos por assustar algum hóspede com os nossos barulhos e…”

 

-“Cala-te.”

 

Agarrei-o fortemente pelos ombros, e ele envolveu o meu corpo com os seus braços fortes, como se tivesse a ser abraçada por uma estátua.

 

-“Criei um monstro.” – Ele riu-se, sem vergonha, no meu ouvido –“ Mas eu amo-o.”

 

Ele retirou a minha camisa, arrancado pelo processo alguns botões. Pobre Alice, ia ter um ataque quando visse o estado da minha roupa. Eu acabei por rasgar furiosamente a t-shirt dele, deixando-a em farrapos. Resolvi virá-lo na cama, deixando-o debaixo de mim; beijei-o no peito másculo, misturando pelo processo algumas mordidas pequenas pela barriga. Ele gemeu o meu nome, descontrolado.  E ao fazê-lo, deixava-me fora de controlo. Amava ouvi-lo gemer de prazer, quando era eu que o provocava. Fazia-me sentir poderosa.

 

Mas foi por pouco tempo, pois rapidamente ele voltou a assumir o domínio, quando passou a dar pequenas mordidas no meu seio direito, a lamber e a soprar. As minhas calças, juntamente com a minha roupa interior, saiu disparada pelo meu corpo e, ao dar o mesmo destino às roupas dele, olhei nos seus olhos e pude observar o nível de excitação em que se ele encontrava. Completamente negros de desejo. Assim como deveriam de estar os meus. Beijei-o, enquanto ele passeava as suas mãos pelas minhas costas, descendo cada vez mais, até ao meu rabo, onde, sem pudor algum, apertou e beliscou.

 

-“Oh Edward.” – Mordi-o no pescoço, descontrolada.

 

-“Bella, minha Bella…” – ele continuava a provocação, passando as mãos por dentro das minhas coxas, fazendo-me arder de desejo. –“ Geme o meu nome, em alto e bom som, para toda a gente neste hotel saber que tu és minha.”

 

-“Edward, eu sou tua, apenas tua. Faz-me tua.” – Gritei, violentamente e bastante alto.

 

-“Então diz-me o queres e eu dou-te amor.” – Ele passou a passar as mãos no meu baixo-ventre, fazendo-me sentir um forte formigueiro no meio das pernas.

 

-“Quero-te a ti, dentro de mim marido, agora.”

 

Ele nem pensou duas vezes ao enterrar-se em mim, bruscamente, chegando a pontos nunca antes chegados. Apertei fortemente os seus cabelos dourados, fechando os olhos com força, partilhando gemidos e gritos com ele. Não era só o hotel que nos ouvia, mas sim toda a cidade, certamente. Sentia-o a pulsar dentro de mim, enquanto todos os meus músculos envolviam-no, levando-nos à loucura.

 

-“Isabella...”

 

-“Eu amo-te.”

 

Beijamo-nos, enquanto chegávamos juntos ao paraíso. Ele continuava dentro de mim, arrebatado com o forte orgasmo que acabamos de ter. O quarto cheirava a sexo, a amor. Deixei-me estar em cima dele, deitando a cabeça no tronco nu dele, enquanto ele fazia uma pequena massagem no meu couro cabeludo.

 

-“Sabes uma coisa Bella? Acho que já não consigo viver sem os teus cabelos avermelhados.”

 

-“Nem eu sem o meu tesouro dourado.” – Passei as mãos delicadamente pelo seu cabelo indomado.

 

-“Eu sinto cada vez mais que estou vivo, contigo. Nunca experimentei uma morte tão viva como a que partilho contigo. Minha deusa.”

 

-“Meu vampiro.” – Meditei durante alguns segundos, saboreando o momento silencioso, mas saboroso, existente entre nós. Mas claro, como estava tudo bom de mais para ser verdade, oiço umas leves batidas na porta.

 

-“Deixa estar amor que eu vou lá.” – Edward levantou-se, enrolando o lençol na cintura e, calmamente, dirigiu-se à porta. Senti o cheiro barato de perfume a corromper o meu estado de espírito. Ana. Maldita funcionária. Procuro controlar os meus ciúmes, deixando-me estar na cama, mas ouvia perfeitamente toda a conversa.

 

-“Senhor Cullen…” – ela inspirou fortemente, provavelmente por puder observar o tórax perfeito do meu marido.

 

-“Sim, senhorita Ana? Têm algum recado para nós?” – podia perfeitamente notar a falta de interesse de Edward.

 

-“Tivemos inúmeros hóspedes que se queixaram dos fortes barulhos vindos deste quarto senhor. Pensei que alguém por aqui se tivesse aleijado, mas vejo que é tudo bem prazeroso.”

 

-“Então se já verificou que está tudo bem, posso voltar para perto da minha esposa?”

 

-“Oh, sim. Sabe…” – ela baixou o tom de voz, pensado que eu não ouviria –“ Espero, honestamente, que me venha visitar. Tinha todo o prazer de sentir esse prazer em cima de mim.”

 

-“Ah, senhorita…” – Edward ia responder, mas eu adiantei-me. Vesti rapidamente uma camisa rendada de dormir azul, que combinava perfeitamente com o meu tom de pele e dirigi-me à porta, num espaço de um minuto. Vantagens de ser vampira.

 

-“Estava a ver porque estavas a demorar tanto tempo, amor.” – Ele olhou-me admirado, e o seu olhar dourado passou a estar negro novamente, após ver os meus trajes. Ele puxou-me para os seus braços, beijando-me o cabelo.

 

-“Amor, aqui a senhorita veio apenas transmitir-nos que estávamos a fazer demasiado barulho. Tu sabes, nas nossas actividades…”

 

-“Oh, sim, devo de me ter descontrolado, mas também tu és insaciável marido…”

 

Edward riu-se de encontro ao meu cabelo e eu olhei, com desdém e fúria para a funcionária, que estava admirada a observar a cena.

 

-“Ainda não foi embora? Se me dá licença…”

 

Nem esperei pela resposta, e fechei-lhe a porta na cara, com o pé. Edward gargalhou fortemente, mas após o ataque de riso e voltando a observar-me com a sua cor preferida, abraçou-me com uma velocidade relâmpago, encostou-me à parede e ali mesmo tornou-me novamente sua, vezes e vezes sem conta.

 

 



publicado por Isabela às 10:26 | link do post | comentar | ver comentários (18) | favorito

Sexta-feira, 4 de Fevereiro de 2011

Olá, olá meus queridos leitores :)

Aqui estou eu, nesta linda sexta-feira repleta de luz solar, a postar mais um capítulo na minha fic. Quero, como habitual, agradecer todos os comentários ao capítulo anterior e, mais uma vez, avisar que apenas os leitores que comentam é que são avisados na semana a a seguir de novo post. Não se esqueçam meus amados fãs da saga Twilight!

Sem mais demoras e com desejos de bom fim de semana,

Catheline.

 

 

 

 

Edward Cullen:

 

Assim que a minha Isabella fez as pequenas malas, pois não fazia tenções de demorar muito na ilha Esme, resolvemos reservar dois bilhetes de avião e dirigimo-nos ao Rio de Janeiro, pois não queria atravessar milhares de quilómetros a pé, com medo de sermos vistos. Além disso, a minha esposa parecia estar demasiado temerosa com a minha reacção e eu pretendia acalmá-la um pouco, relaxá-la. Passada uma noite inteira de viagem, aterramos de madrugada no aeroporto apinhado; o sol quente já se fazia sentir na cidade paradisíaca, e, desta forma, a nossa saída anónima para a rua era totalmente barrada, devido às nossas reacções involuntárias ao sol.

 

Desvantagens de ser imortal. Peguei nas nossas malas, dei a mão à minha companheira e encaminhei-me ao primeiro táxi que se encontrava mesmo à porta do aeroporto, à sombra, por sinal.

 

-“Para onde vamos primeiro amor?”- ela perguntou-me, quebrando o silêncio de horas que fez no avião –“ Não podemos andar a circular pelo cais à procura do barco, chamaríamos de imediato atenções desnecessárias sobre nós.”

 

-“Um hotel é da tua preferência Bella?” – beijei-lhe a mão, encostando-a de seguida à minha bochecha esquerda.

 

-“Sim Sr. Masen Cullen.” – Ela riu-se, dando-me um beliscão indolor e passando a mão pelos meus cabelos desalinhados.

 

Pedi ao nosso motorista que nos deixasse no hotel mais requintado e luxuoso que conhecesse, pois dinheiro não era problema. Fizemos o check-in tranquilamente, sobre os olhares espantados da ingénua secretária do hotel, que me atirava constantemente olhares sedutores, para fúria da minha esposa. Santo deus, ela praticamente debruçava-se à minha frente, mostrando todo o seu decote, plastificado. Eu, como cavalheiro que sou, fazia de conta que nem notava, mas podia ler perfeitamente todos os sentimentos perversos que emanavam da pobre criatura. Ri-me delicadamente, apertando mais fortemente a mão pálida e gélida da Bella, de forma a aplacar os seus instintos selvagens. Quando a senhorita Ana, o nome da nossa secretária, me dá as chaves do meu quarto, arrisca e pisca-me o olho.

 

-“Não se esqueça Sr. Cullen, que o nosso hotel tem todo o tipo de serviços ao vosso dispor, e quando digo todos, é com convicção. Não hesite em chamar-me, terei todo o gosto em atender aos vossos desejos.”- Eu ia responder, mas, obviamente, a minha Bella possessiva e ciumenta foi mais astuta e respondeu claramente:

 

-“Senhorita Ana, não se preocupe. Eu atenderei a todos os pedidos do meu marido. Com licença, tenha um bom dia.” – e saiu dali, puxando-me pela mão rapidamente.

 

Entramos no quarto, e ela mais parecia um furacão. Sentou-se fortemente no meio da cama, com os braços ao redor do corpo e com um biquinho formado nos lábios. Quase dava vontade de me rir da cara dela, mas não era insensato; sabia perfeitamente que ainda poderia acabar sem pescoço ou sem dentes caninos.

 

-“Bella, meu amor…” – Tentei aproximar-me, mas ela afastava-me com as mãos, fugindo mais de encontro à cabeceira da cama. –“ Eu não tenho culpa de estar a ser assediado pela mulher, mas tu sabes impecavelmente que eu sou apenas teu, para sempre. Vá lá, não estejas aborrecida comigo, por favor…” – deitei a minha cabeça no seu colo, onde ela passou a passar as mãos no meu cabelo. Sinal de quase, quase vitória.

 

-“Edward, eu não estou chateada contigo amor. Fico apenas irritada por ver que não és nada, mas mesmo nada imune ao sexo feminino. Sempre que frequentamos algum lugar, elas praticamente jogam-se aos teus pés. Às vezes, fico a pensar se serei assim tão invisível ao teu lado, ou se não sou suficientemente boa para ti, ou…”

 

Não a deixei continuar mais. Puxei o pescoço dela e beijei-a sofregamente. Ela não precisava de ter aquelas duvidas sem fundamento algum, e eu queria apenas afastar aqueles fantasmas do cérebro dela.

 

-“Isabella Swan Cullen, nenhuma mulher neste mundo é comparável a ti. Tu és perfeita para mim e eu só te quero a ti. Tu sabes que eu te amo. Achas mesmo que eu te transformaria em imortal se não pretendesse estar para sempre contigo? E olha que não é qualquer homem que quer estar para sempre com a mesma mulher, especialmente se for uma ciumenta e desastrada como tu.” – Ela bateu-me no ombro, mas riu-se do meu pequeno disparate. –“ Tu és tudo para mim. Não existe outra mulher no mundo que te tire da minha morte eterna, prometo.”

 

-“Eu também não deixaria nenhuma mulherzinha tirar-te de mim sem dar luta, acredita.”

 

-“Luta essa que tu ganharias sempre e que, aliás, nem precisavas de defrontar. O meu coração é teu, toma bem conta dele.”

 

-“Eu sei meu amor, eu tomo.”



publicado por Isabela às 10:57 | link do post | comentar | ver comentários (13) | favorito

Catheline, fanfiction.
♥ apresentação
Uma Fic, entre tantas outras; uma história de amor, acção, amizade e ódio; Uma fã de saga Twilight a escrever a sua continuação de Breaking Down. Espero que gostem, sejam bem-vindos, Catheline.
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