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Terça-feira, 31 de Agosto de 2010

Olá. Obrigada por tantos comentários, que cada vez são maiores. Bem, este capítulo quero dedicar à TChrystine, pois tenho a certeza que ela, como fã da guarda Volturi, vai adorar este episódio. Um beijinho a todos os leitores e apoiantes da minha Fic.

 

Aro Volturi:

 

Nunca desejei tanto que uma imortal integrasse os Volturi como Alice Cullen. As visões dela, o poder de ver o futuro. Com ela do nosso lado, os Volturi nunca seriam destronados. Mas ela prefere a sua família, o clã Cullen. O clã dotado de poderes extraordinários: Edward Cullen, um fantástico telepata, a sua amada esposa, Isabella Cullen, a vampira-escudo, Renesmee Cullen, com o poder contrário ao meu e ao do pai (transmite pensamentos com contacto fisíco), entre outros. Queria tanto ter o clã Cullen integrado nos Volturi. Mas sei que os laços deles são demasiado fortes para serem quebrados. Eles amam-se, entre si, fortemente. Enquanto me encontrava sentado no meu trono, absorvido nos meus pensamentos, são interrompido por Jane.

 

-"Senhor." - disse ela, lançando-me uma curta vénia -"Deixe-me relembrá-lo que hoje a recém-vampira Isabella Cullen faz hoje cinco anos de existência."

 

-"Obrigada por me relembrares desta importante data. Isabella, Bella...Sabes que mais Jane? Chama Demetri, por favor querida."

 

-"Com certeza, senhor."

 

Passado escassos minutos, Demetri entra no longo salão, dando passadas largas. Ao chegar perto dos degraus perto das três cadeiras do trono, ajoelhou-se.

 

-"Senhor, mandou-me chamar?"

 

-"Sim Demetri. Prepara o teu manto de viagem. Quero que me localizes o clã Cullen, quero fazer-lhes uma agradável visita. Saí, quero falar com outros membros da guarda. Põe-te atento, partiremos em breves minutos."

 

-"Com certeza Aro." - dito isto, ele retirou-se do enorme salão, salão este onde pude observar, pela primeira vez, Isabella, como Swan, humana. Uma linda mortal, agora uma exuberante imortal. - "Felix, Alec, Jane!" - chamei-os, imperiosamente - "Vamos fazer uma pequena viagem. Demetri!" - voltei eu a chamar -"Já sabes a localização?"

 

-"Sim senhor, eles encontram-se numa ilha perto do Brasil..."

 

-"Ah, a agradável prenda do meu estimado amigo Carlisle a Esme. A Ilha Esme. Eu sei onde se localiza. Estão prontos? Ainda demoramos dois longos dias a chegar lá."

 

Partimos, abandonando Volterra. Dois longos dias, uma viagem feita pelo oceano. O cheiro dos vampiros de olhos dourados intensificava-se na ilha que observámos no horizonte. De repente, veio-me ao nariz um cheiro terrível. Lobisomem. Seria possível eles terem trazido o animal de estimação para as férias? Odeio este cheiro a cão. De repente, vejo ao longe todos os Cullen adultos a formar uma dianteira no areal. Claro, o factor supresa nunca resulta, com Alice do lado deles. Quando ponho o pé no areal, seguido de Jane, Alec e Demetri, oiço uma rosnadela geral.

 

-"Parem, todos! A que se deve esta notável visita Aro?" - cuspiu Edward, de mão dada à sua esposa, que os protegia com o escudo.

 

-"São os melhores motivos que me trazem aqui, estimado Edward Cullen." - proferi eu, unindo as mãos.

 

-"Retira a Jane, o Alec e o Demitri da ilha, não precisas de seguranças, aqui ninguém te vai fazer mal. Ou então, a tua visita acaba aqui mesmo." - disse rudemente Edward.

 

-"Com certeza meu caro." - virei-me para os meus serventes -"Àgua, imediatamente e só voltam se eu vos convocar."

 

Senti o escudo a ser retirado, assim que a minha guarda entrou no Oceano. Pude observar melhor o clã, mas notei, pelas minhas contas e pelo cheiro, que faltavam ali a rara filha biológica de Edward e Isabella, Renesmee Carlie Cullen e o pestilento que largava este cheiro intenso a cão.

 

-"Caro Carlisle, meu velho amigo, como está?" - disse eu, aproximando-me do membro mais velho dos Cullen.

 

-"Bem, Aro, óptimo. A imortalidade nunca me soube tão bem. Já agora, a que se deve o motivo desta visita? A minha família está a passar um curto período de férias e estamos curiosos com a tua vinda aqui."

 

Aproximei-me lentamente de Isabella, e vi que Edward lançou-lhe os braços à cintura, rosnando baixinho.

 

-"Calma Edward, tu sabes que eu tenho o escudo amor. Podes largar-me." - estava a escassos centímetros dela -"Sim Aro, o que deseja?"

 

-"Dar-lhe os meus parabéns atrasados Bella, e deixar-lhe o meu presente de aniversário." - entreguei-lhe uma caixa -"Espero que seja do seu agrado."

 

Ela abriu. Notei que ela estranhou o objecto simples, era apenas uma corrente de ouro lisa com um pindente com um líquido vermelho vivo - sangue humano. Quando ela se apercebeu do que se tratava, pelo cheiro, largou o colar de imediato e lançou-se ao pescoço de Edward, proferindo:

 

-"Edward, por favor, não partas aquilo, não partas. Tenho medo de não me conseguir controlar amor."

 

-"Bella, este cheiro não me é estranho. O sangue...é do teu pai amor." - ele rugiu na minha direcção, fortemente, sendo imitado pelos restantes presentes -"O que fez com Charlie? Que brincadeira de mau gosto é esta Aro?"

 

-"Apenas uma amostra do que sou capaz de poder vir a fazer. Não se preocupem, ele está bem, nem sentiu. Está vivo. Mas sabes Edward, eu não viajei tanto só para vir desejar parabéns à Bella. Eu quero-vos, a ti, à tua esposa, à Alice."

 

-"Nunca Aro, isso nunca." - dito isto, ele aproximou-se de mim e deu-me um forte murro em cheio no peito. Ao ouvirem estes barulhos, Alec e Demitri aproximaram-se e logo o escudo de Bella foi activado.

 

-"Calma, muita calma. Eu não quero lutas Cullen's."

 

-"Vai-te embora." - proferiu Emmett - "Ou podemos perfeitamente instaurar aqui uma guerra."

 

-"Com certeza, eu não quero conflitos. Se me dão licença, passem umas boas férias meus caros."- dito isto, desloquei-me para a àgua, mas quando estava coberto por esta até à cabeça, ouvi um rosnado profundo e uma risada incontrolável.

 

-"JACOB!" - rosnaram todos os Cullen, em conjunto.

 

Foi aí que vi o que Jane andava a tramar; notei que ela trazia a filha dos Cullen forçada com um braço, com metade da roupa rasgada e com o lábio inferior a sangrar. E só ouvia lamentos vindos da floresta. O cão.



publicado por Isabela às 16:17 | link do post | comentar | ver comentários (16) | favorito

Segunda-feira, 30 de Agosto de 2010

Olá. Espero que gostem do novo visual e do vídeo do reprodutor de música, com os melhores momentos Edward e Bella. Quero pedir desculpas por não ter avisado todos os leitores que postei o 9º capítulo, mas a minha net, passado 10 minutos de ter postado o capítulo, foi-se abaixo. Este capítulo vai ser dedicado à ~ mia, que, por sinal, também tem uma fic com diversas histórias relacionadas com a Saga. Aconselho a visitarem o blog dela. Um enorme beijinho, ~ c.cullen.

p.s: obrigada pelos comentários.

nota: enganei-me nos anos da Bella; não é o primeiro ano, mas sim o quinto ano. Já emendei no post anterior, desculpem.

 

Renesmee Cullen:

 

-"Mamã, mamã!" - gritava eu, enquanto Jacob e a minha família saía dos respectivos esconderijos -"Parabéns, parabéns, parabéns!" - largei-a do abraço do meu progenitor e apertei-a fortemente nos meus braços.

 

-"Oh minha filha, obrigada querida! Eu amo-te tanto, Renesmee, tanto..." - eu acho que se ela pudesse, as lágrimas escorriam-lhe pelo rosto cor-de-mármore.

 

De repente, vi que o seu nível de concentração aumentou e o meu pai deu uma pequena risada. O maldito escudo. O que estariam eles a falar, para não quererem que os outros oiçam? Depois de breves segundos, o meu pai deu-lhe um dos seus sorrisos tortos e disse, baixinho:

 

-"Isabella, tu sabes bem que as tuas vinganças nunca resultam comigo, nunca resistes."

 

A minha mãe rugiu, mas logo depois soltou-se dos meus braços e voltou a abraçar o meu pai, rindo-se. Jacob aproximou-se da minha mãe e puxou-a para si, abraçando-a também.

 

-"Feliz aniversário Bella. Já agora, toma um banho, cheiras pessimamente."

 

-"Obrigada meu melhor amigo, acredita que cheiro tão bem para ti como tu para mim."

 

Depois, seguiu-se mais beijos e abraços da família Cullen ao membro mais novo da família. Emmett preferiu dar-lhe um murro no ombro do que um abraço, é mesmo típico dele. Fomos caminhando ao longo da praia, e sentámo-nos em frente da longa mesa, que tinha diversos copos de cristal com a bebida preferida da minha família, o sangue, e imensa comida grelhada para o meu namorado perfeito, com a sua camisa branca a salientar o seu tom bronzeado, os seus calções castanhos e descalço. Eu apenas usava um solto vestido beje, com o meu longo cabelo apanhado no cimo da cabeça, pois o clima da ilha era bem quente, mesmo de noite. Depois de um alegre banquete, Jacob tratou logo de picar a minha tia Rose:

 

-"Oh Rosalie, como se chama uma loira que pinta o cabelo de preto ou castanho?" - ele nem lhe dá tempo de responder -"Inteligência artificial." - O meu tio e o meu pai sufocam-se em gargalhadas, mas a minha tia, mantendo a elegância típica, responde-lhe que já conhecia a piada seca do meu lobisomen.

 

-"Vê lá se sabes esta miss Hale...Qual é a diferença entre uma loira e um computador?" - passado um longo minuto -"Então, não conheces esta?"

 

-"Já sabes que não, Jacob." - respondeu-lhe o meu pai, num tom irónico.

 

-"Então eu respondo. Nós só precisamos de passar informações uma vez para o computador."

 

A minha tia rugiu e atirou-lhe um monte de areia para a cara, acertando-lhe mesmo em cheio. A minha família começou toda a rir-se e eu ajudei Jacob a sacudir o monte de areia que ele tinha pelo cabelo, cara e corpo. De repente, ele levanta-se e correndo em direcção a Rosalie, pega nela e atira-a à àgua. Toda a gente voltou-se a rir, especialmente quando a minha tia saíu do mar totalmente encharcada, a chamar nomes como «Fido», «mal-cheiroso», «cão» e afins ao meu namorado. Uma boa disposição reinava na praia. Depois da minha tia ter ido trocar de roupa, juntámo-nos todos e cantámos os «Parabéns» à minha mãe. Ela não se cansava de sorrir e dizer obrigada a toda a gente. O meu pai beijou-a com fervor assim que terminámos a melodia. Todos os Cullen e o Black presente aplaudiram.

 

-"Edward Anthony Cullen, eu amo-te."

 

-"Isabella Marie Cullen, eu também te amo."

 

Novo aplauso, fervoroso. Depois desta demonstração de amor, aos poucos e poucos, apesar dos protestos da minha mãe, esta foi recebendo presentes: Carlisle e Esme deram-lhe um vestido lindissímo, vermelho em caí-caí, que eu sabia que ía ficar lindo nela; Alice e Jasper deram-lhe um colar a combinar com o vestido, de prata, com o brasão dos Cullen; Emmett e Rosalie atreveram-se a dar-lhe em público uma lingerie preta...só consegui ver-lhe o topo, pois a minha mãe tratou logo de tapar a caixa, tentando abafar os risos dos meus tios, mas sem êxito. Jacob pegou-lhe no pulso e colocou um novo pingente na pulseira por ele oferecida: um lindissímo trevo talhado a madeira, de quatro folhas, dizendo-lhe que assim ela teria sorte no amor, na amizade, na vida, em tudo. Ela passou-lhe a mão delicadamente pelo rosto e murmurou-lhe um obrigada. Eu ofereci-lhe um enorme retrato de família, onde apareciam eu no meio, o meu pai com o seu cabelo desalinhado no meu lado esquerdo e a minha mãe do lado direito, no prado florido. A minha mãe deu-me um enorme beijo de obrigada. Mas as supresas ainda não tinham acabado por aqui. O meu pai pegou delicadamente na mão da minha mãe e encaminhou-a para o meio da praia.

 

-"Espera aqui, Bella." - disse-lhe ele, enquanto disparava-se em direcção à casa de praia. Voltou em escassos segundos e notava-se que o olhar dele fervilhava de emoção e excitação. Voltou a dar-lhe a mão.

 

-"Que se passa Edward?" - disse a minha mãe, cheia de curiosidade.

 

-"Isabella Marie Cullen, minha Bella. Faz hoje oito anos que nos conhecemos, cinco que estamos casados. Tenho uma linda filha em conjunto. Todos os dias fazes-me sentir o vampiro mais feliz do mundo, e eu sei que estes dias vão se prolongar pela eternidade. Sinto-me lisonjeado por tal. Mas sinto que nos falta realizar um velho sonho, que ficou esquecido no meio das nossas mais belas memórias em conjunto, as melhores da minha eternidade." - Ele ajoelhou-se aos pés dela, nunca lhe largando a mão - "Bella, aceitaste casar novamente com este vampiro tonto que tanto te ama?" - fez-se um enorme silêncio, de expectação.

 

-"Sim Edward." - respondeu-lhe ela, lançando-se aos seus lábios e beijando-o. Assim que terminaram o longo beijo, o meu pai deitou a mão ao bolso e tirou de lá uma caixa de veludo, que continha um novo anel lindo, de ouro amarelo com a inscrição do nome dele e enfiou-lhe no dedo onde ela já tinha a aliança de casamento; depois colocou a mão noutro bolso e de lá tirou um envelope, de onde a minha mãe tirou dois bilhetes de avião para Las Vegas.

 

-"Um casamento, só para nós os dois amor."



publicado por Isabela às 16:20 | link do post | comentar | ver comentários (18) | favorito

Domingo, 29 de Agosto de 2010

Olá. Digo isto sempre que posto, mas obrigada pelos comentários, vocês tem sido incansáveis e eu agradeço o apoio; Quero dedicar este capítulo à Piolhinha e, a partir de hoje, vou sempre dedicar os capítulos às pessoas que fizerem os melhores comentários. Bem, vou continuar a descrever a acção na Ilha Esme, espero que gostem. Beijinhos.

 

Isabella Cullen:

 

Passaram dois dias e nada de Rosalie e Emmett. Partiram para a selva à caça e ainda não voltaram. Mas não estamos preocupados, pois, provavelmente, entreteram-se com outras coisas pelo caminho. Eles voltam, eu sinto o cheiro deles na brisa. Estou a amar estar aqui, na minha segunda lua-de-mel, com a minha metade, o meu marido, o meu amado, o meu Cullen. O meu Edward. Estou sentada na areia, quieta, a observar o nascer-do-sol, sozinha. Ele andava a nadar rapidamente, atrás de um golfinho, para sua diversão. Deixo-me cair na areia e fecho os olhos, inalando o doce cheiro da areia, do mar, de Edward. Ele saí da àgua e aproxima-se de mim, abanando o cabelo rebelde para cima de mim, para me molhar. Eu levanto-me num àpice e dou-lhe um beijo prolongado, interrompido pelo toque do telemóvel dele, que estava nas calças deles, dobradas na areia ao meu lado. Ele atende a chamada.

 

-"Estou sim?"

 

-"Edward, é a Esme. Estás acompanhado ou sozinho?"

 

-"Muitissímo bem acompanhado, porquê?"

 

-"Quero falar contigo, a sós. Afasta-te da tua amada esposa, ela não pode ouvir a nossa conversa querido..."

 

Ele coloca a mão no auscultador, dá-me um beijo na testa e murmura um «Até já.». Eles falaram por longos minutos, mas não sei que assuntos abordaram. Aguardei ansiosamente a chegada dele, no mesmo sítio onde ele me tinha deixado. Quando ele voltou, vinha com um ar de riso estampado na sua cara perfeita, e inclinou-se para me beijar, mas eu desviei a cara e perguntei:

 

-"O que se passa? Alguma má notícia?" - reparei que ele estava a escrever um sms para Emmett, mas ele desviou o visor para eu não puder ler.

 

-"Não amor, claro que não. Boas notícias, mas eu não tas vou contar, é supresa Bella."

 

-"Edward Cullen, tu sabes que eu não gosto de supresas. Conta-me, por favor." - disse eu, pondo-me em bicos de pés para ele me olhar nos olhos -"Por favor, sr. Cullen, por favor."

 

-"Não Bella, vais ter de aguentar a curiosidade até mais logo. Eu depois prometo-te que conto-te tudo amor. Agora, e faz parte da supresa, vais ter de vir comigo para a selva, caçar. E nem refiles Bella Swan, perdão, Cullen, minha Cullen."

 

-"Eu sempre fui tua, tanto Swan como Cullen." - murmurei eu, enquanto ele me beijava no pescoço. -"O último a chegar à selva é um vampiro sem dentes."

 

Arranquei de imediato, mas ele é tão veloz que me apanhou facilmente. Andamos horas a fio a caçar panteras, leões e até tivemos o prazer de lutar com uma enorme anaconda...

 

(Entretanto, na casa da Ilha Esme)

 

Alice Cullen:

 

Chegamos à cerca de uma hora, a esta espectacular ilha, juntamente com Esme, Carlisle, o meu marido, Renesmee, Jacob e juntaram-se a nós Rosalie e Emmett. Andamos atarefadíssimos, pois ao anoitecer, segundo a minha visão, Edward e Bella vão regressar a casa e eu quero que esteja tudo perfeito. Decorações em tons de vermelho e branco, velas a iluminar a praia, uma enorme mesa perto da àgua com poltronas confortáveis, a praia brilhava com tanto bom gosto. Quando tinhamos tudo pronto, escondemo-nos debaixo da àgua do mar e Jacob e Renesmee dentro de casa, de forma a disfarçarmos o nosso cheiro da melhor forma que podíamos. Quando Bella e Edward chegaram, ela abriu a boca com a supresa e ouvi Edward a abraçá-la fortemente e dizer-lhe ao ouvido:

 

-"Parabéns amor da minha eternidade, hoje faz cinco anos da nossa eternidade Bella."



publicado por Isabela às 20:08 | link do post | comentar | ver comentários (13) | favorito

Catheline, fanfiction.
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Uma Fic, entre tantas outras; uma história de amor, acção, amizade e ódio; Uma fã de saga Twilight a escrever a sua continuação de Breaking Down. Espero que gostem, sejam bem-vindos, Catheline.
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